Sobre mim

A minha formação musical formal iniciou-se no Instituto Gregoriano de Lisboa, na classe de piano da professora Luísa Oliveira. Antes, porém, estudei com a professora Maria João Carmo, que muito me influenciou musicalmente.

 

Depois de uma longa ausência do piano, reiniciei os meus estudos com a professora Ana Cristina Bernardo,

 

Completei os cursos de ensino de piano “Teaching Elementary Piano”, “Teaching Intermediate Piano“ e “Teaching Advanced Piano”, do The Royal Conservatory, com elevada classificação. Também neste conservatório completei o 9° grau de História da Música.

Filosofia de ensino

Penso que todos os estudantes são únicos, e que, com o estímulo apropriado, há sempre música capaz de os tocar. Cada um deles merece um tempo exclusivo, de forma a que possa focar a minha atenção nas suas dificuldades e sucessos individuais, independentemente da sua idade ou nível técnico, incluindo adultos iniciantes e que retornam à música depois de uma paragem. Considero, contudo, que um estudante de música deve saber ler e escrever antes da sua primeira aula.

 

Acredito que a música vai para além da performance, pelo que organizo, regularmente, visitas a museus e a recitais e concertos. Isto ajuda o estudante a despertar a sua curiosidade para áreas como a História da Música ou a Orquestração. Adicionalmente, consolida a ligação aluno/professor.

 

Uma metodologia incremental faz parte do meu método de ensino e penso que tocar regularmente em recitais é essencial ao desenvolvimento do estudante. Pode ser benéfico para os estudantes optarem por um programa graduado de Música, como o RCM ou ABRSM, uma vez que estes proporcionam um feedback independente, são consistentes e permitem, adicionalmente, estabelecer objetivos.

 

Dou ênfase a numa relação de um para um e presencial, embora esteja aberto ao uso de novas tecnologias, como o Skype ou aplicações para tablet, como meio de ensino e de desenvolvimento do conhecimento musical. Leciono em Português e em Inglês. Acredito que gravar algumas aulas pode ser benéfico, pois permite avaliar objetivos, corrigir erros, permitindo ainda aumentar o sentido de autoavaliação.

 

Os duetos, entre aluno e professor ou entre alunos, aumentam o sentido da prática de conjunto, desenvolvem capacidades de resolução de problemas, aumentam a musicalidade e, adicionalmente, são divertidos. Fazem parte da minha metodologia de ensino.

 

Aconselho os estudantes a tocarem sempre J. S. Bach e um compositor português, independentemente do nível em que estejam. Contudo, estou aberto a todos os estilos e períodos musicais, acreditando firmemente na diversidade musical e cultural. Independentemente desse facto, proporciono uma formação clássica sólida, que inclui teoria, exercícios orais e de leitura à primeira vista.

 

A criatividade é vital, pelo que incentivo os estudantes a improvisar, compor e arranjar. A Harmonia, Contraponto e Análise, apenas para nomear alguns exemplos, são introduzidos e desenvolvidos à medida que o estudante matura a sua criatividade e personalidade musicais.

 

Acredito na liderança pelo exemplo, pelo que acho essencial tocar para o estudante, de modo a que tenha um guia que lhe permita compreender as suas dificuldades e ganhar uma referência para a sua própria interpretação.

 

Amadurecemos com o processo de ensino e de aprendizagem. Aprender é um processo de uma vida, onde constantemente procuramos novos factos, ideias, estratégias, crenças, filosofias, gostos e personalidades únicas. Acredito no desenvolvimento através de uma educação formal e informal.

 

Ao longo do tempo a minha Filosofia de Ensino sofrerá alterações e isso fará parte do meu desenvolvimento como professor e como ser humano. É um sinal de adaptação a novas circunstâncias e de que cresço e aumento o meu conhecimento.